Transtornos neurológicos funcionais: um guia para pacientes

incluindo crises não-epilepticas  doenças do movimento funcionais e outros sintomas funcionais

Hemi

neurosymptoms.org

 

 

 

Mary – Desmaios / Transtornos dissociativos

Mary sofreu de desmaios por muitos anos antes de finalmente aprender algumas técnicas para controlá-los. Como em vários casos de transtornos dissociativos, os desmaios de Mary foram diagnosticados erroneamente no início como somente desmaios.

 

Helen – Transtornos conversivos

Helen sofreu ataques por dois anos, até que finalmente as coisas começaram a melhorar para ela.

 

Annette – Transtornos conversivos

Annette descreve ter tido convulsões dissociativas por muitos anos. Ela ainda sofre desses ataques.

 

Claire – Transtornos conversivos (não epilépticos)

Claire descreve a superação de ataques frequentes com a ajuda de sua família e de um psiquiatra, até finalmente se ver livre deles.

Histórias pessoais

 

Muito obrigado a todos que contribuíram para esta página. Se achar que a sua história pode ajudar outras pessoas, por favor, entre em contato através da página Opinião.

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Transtornos funcionais do movimento (tremor/distonia/marcha/abalos e mioclonias)

 

Convulsões

Déficit motor funcional, com ou sem dor associada

 

Os pacientes apresentados aqui submeteram suas histórias para o site e generosamente concordaram que elas fossem publicadas, esperando que pudessem ajudar outros a compreenderem os seus próprios sintomas. Detalhes pessoais foram anonimizados e as histórias agrupadas por sintoma principal (convulsões, transtornos do movimento, déficit motor/dor).

 

Cefaleia, tonturas e ansiedade relacionada com o estado de saúde

 

Anna – Tremor, espasmos e dificuldade para andar

Anna acordou uma manhã com um tremor na cabeça. Ela se sentiu instável ao ficar de pé e desenvolveu problemas para andar. Felizmente, Anna conseguiu encontrar uma maneira relativamente rápida de controlar seus sintomas.

 

Gayle – Transtorno funcional do movimento/fraqueza

Gayle descreve como foi sua transição de pessoa ativa e saudável para alguém que desenvolveu transtorno funcional do movimento (distonia fixa) com considerável incapacidade e fraqueza episódica relacionada à dissociação. Ela conta como foi o processo de estar “no escuro” em relação ao seu sintoma, como então aprendeu a trabalhar os seus problemas (até certo ponto) e como agora compreende melhor os seus sintomas.

 

Irene – Grave transtorno funcional do movimento (distonia fixa), fraqueza, dor e fadiga

Irene descreve sintomas neurológicos funcionais gravemente incapacitantes, tão severos que ela está presa numa cama. Embora seja desafiador melhorar muitos dos sintomas funcionais, particularmente a distonia fixa, é importante lembrar que é extremamente incomum que os sintomas funcionais sejam bastante graves. Irene conta sua experiência de se sentir com frequência desacreditada pelos médicos e como só o fato de saber o que está acontecendo com ela já lhe trouxe benefícios, mesmo que seus sintomas não tenham melhorado.

 

Charmaine – Transtorno funcional do movimento com episódios graves de “convulsões”

Charmaine descreve o desenvolvimento de um transtorno funcional do movimento que às vezes se agravava com severos episódios de desmaio. Ela também sofria com uma grave fadiga. Ela conta algumas coisas que descobriu que lhe ajudaram, incluindo técnicas de distração e relaxamento. As coisas estão agora melhorando para ela.

 

Marie – Transtorno funcional da marcha com ataques

A Marie é da República Tcheca. Ela tinha problemas com transtornos da marcha, fadiga e ataques de movimentos anormais. Ela tem se saído bem com a reabilitação e a fisioterapia. Você pode ler a história dela abaixo. A Marie também enviou um vídeo dos seus problemas de marcha que você pode ver aqui ou na página sobre transtornos funcionais da marcha.

 

Steve – Transtorno funcional do movimento que melhorou com reabilitação

Steve descreve o desenvolvimento de mioclonia, que significa movimentos bruscos do corpo combinados com uma progressiva incapacidade, que o levaram a uma cadeira de rodas. Ele descreve como aprendeu a controlar seus movimentos e a andar novamente com a ajuda da fisioterapia e de uma abordagem de equipe de médicos familiarizados com transtornos funcionais.

 

Stuart – Tremor funcional e fraqueza das pernas com melhora após o diagnóstico

Stuart descreve problemas progressivos com o tremor funcional que eventualmente melhoraram após uma maior compreensão da natureza do diagnóstico, combinada com a comunicação entre o seu neurologista e o empregador.

 

Hannah – Distonia funcional do pescoço e ombro com ansiedade sobre a saúde

Hannah descreve como desenvolveu espasmos no pescoço e ombro, levando a um diagnóstico de distonia funcional. Ela conta também a sua batalha com a ansiedade e a eventual melhora, uma vez que ganhou controle da situação.

 

Matthew – Tremedeiras funcionais (mioclonia)

A breve história de Matthew explica como, mesmo após um longo período de sintomas, obter o diagnóstico e a explicação certa pode levar a uma melhora que às vezes é desconcertante tanto para o paciente quanto para o médico.

 

Rodney – Transtorno funcional da marcha

Rodney descreve como uma condição cardíaca desencadeou o seu transtorno funcional da marcha. Ele acabou recebendo um diagnóstico e uma explicação que lhe permitiram se beneficiar da fisioterapia.

 

Debbie – Fraqueza e dor no braço

Debbie descreve episódios recorrentes de fraqueza e dor nos braços funcionais, bem como a dificuldade que ela teve em ter seus sintomas levados a sério.

 

Ken – Fraqueza dos membros e convulsões conversivas

Ken teve problemas com a fraqueza funcional dos membros sobreposta a um problema neurológico infantil. Ele também teve síndrome de fadiga crônica e convulsões conversivas.

 

Marie – Fraqueza e problemas de memória

Marie tem tido há muitos anos episódios recorrentes de fraqueza nos membros, juntamente com sintomas de perda de memória. Ela descreve a frustração de múltiplos encaminhamentos neurológicos em seu histórico. Ela posteriormente escreveu na página de feedback (19 de dezembro de 2010) com um post de acompanhamento.

 

William – Dor no braço (dor regional complexa)

William sofria com persistentes dores no braço. Com um diagnóstico e os analgésicos corretos, ele foi capaz de fazer com sucesso a fisioterapia que lhe ajudou a melhorar.

 

Sarah – Fraqueza e dor nos membros funcionais e outros problemas médicos

Sarah descreve uma história bastante comum. Alguns anos atrás ela teve um problema médico, neste caso com seus rins, que desencadeou sintomas funcionais, incluindo fraqueza e dor no lado esquerdo. Ela ainda luta contra seus sintomas.

 

Philip – Fraqueza funcional dos membros que levaram à hospitalização

Philip teve alguns outros problemas médicos, incluindo um cancro, e foi hospitalizado porque estava muito incapacitado pela fraqueza funcional dos membros. Sua esposa descreve através de uma série de e-mails como descobriram e chegaram a uma aceitação do diagnóstico. Ela também conta uma melhora com o passar do tempo.

 

Vic – Dor seguida de fraqueza dos membros e outros sintomas

Vic descreve como desenvolveu dores e depois fraqueza progressiva combinada com múltiplos sintomas. Ela também conta como tem melhorado gradativamente com a ajuda da fisioterapia desde que recebeu o diagnóstico correto.

 

Cherry – Fraqueza funcional dos membros/ sintomas sensoriais, sintomas cognitivos, fala, visão dupla

Cherry descreve sintomas de longa data com deficiência associada. Ela também conta um certo otimismo renovado agora que ela tem uma melhor compreensão do diagnóstico, juntamente com o acesso à reabilitação física.

 

Hazel – Síndrome da dor regional complexa durante sete anos com recuperação completa

A história de Hazel mostra como é possível se recuperar da síndrome da dor regional complexa. Hazel descreve como a compreensão de que a causa vinha de seu cérebro e sistema nervoso, em vez de danos na mão, e a fisioterapia correta e muita determinação foram os ingredientes-chave para sua recuperação.

 

Loretta – Transtornos funcionais dos membros e seguidos de múltiplos sintomas, incluindo dor, depressão e sintomas da bexiga

Loretta descreve o agravamento dos sintomas de fraqueza e dormência das pernas durante um período de 18 meses. Ela conta a dificuldade em encontrar profissionais de saúde que pudessem lhe oferecer compreensão ou esperança. Mais recentemente, desenvolveu sintomas na bexiga.

 

Steve – Fadiga seguida de múltiplos sintomas recidivos, incluindo fraqueza no pescoço, ataques e fala arrastada

Steve descreve como viveu com sintomas durante muitos anos que variavam em intensidade. Ele agora está melhorando lentamente com uma abordagem mais cuidadosa com a atividade física.

 

Becky – Fraqueza funcional dos membros piorando com tremores e episódios de paralisia e depois melhorando com a reabilitação

A história de Becky mostra que, mesmo depois de muitos anos com o agravamento dos sintomas, é possível encontrar esperança e melhorar com a reabilitação certa. Com a permissão de Becky eu mantive o nome da nossa equipe em Edimburgo, que foi capaz de ajudá-la.

 

Jeannette – Fraqueza funcional dos membros, dores nas costas, dificuldade com a fala e ataques

Jeannette tem tido sintomas recorrentes de fraqueza nos membros com dores nas costas e fadiga. Ela descobriu que o exercício, uma dieta saudável e “compreender a importância do corpo e da mente” são importantes na administração dos sintomas.

 

George – Fraqueza funcional dos membros e problemas de fala com dor crônica

George teve um acidente no trabalho, quando bateu com a cabeça. Isso levou ao agravamento de um problema de dor crônica e depois um transtorno neurológico funcional com problemas de locomoção e fala. Ele explica como demorou muito tempo para que conseguisse contornar o diagnóstico e como conseguiu fazer isso e que agora está progredindo lentamente.

 

 

 

 

Ian – Cefaleias, tonturas e sintomas sensitivos associados ao transtorno ansioso por doença

As duas cartas de Ian falam por si. Clique nos botões abaixo para lê-las.

 

Ele escreveu a primeira quando já estava ficando bem desesperado devido à escalada dos sintomas neurológicos. Ian tinha consultado dois neurologistas, fazia consultas frequentes com o seu médico, bem como entradas em departamentos de emergências e, mesmo assim, seus sintomas pioravam. Por muitos meses ele se sentiu demasiadamente indisposto para trabalhar.

 

A segunda carta Ian escreveu depois de receber uma explicação diferente para os seus sintomas, o que o ajudou a compreendê-los. Ele agora retornou ao trabalho e está em grande parte livre de sintomas.